Embaixador peruano prevê mais dinamismo no comércio com o Brasil

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Economia e negócios

13 de agosto de 2018

"Ainda há um amplo espaço para o aumento do comércio bilateral entre o Brasil e o Peru, países que estão construindo uma relação econômica muito dinâmica". A afirmação é do embaixador peruano para Brasil, Vicente Rojas Escalante, que participou na sexta-feira (10) de uma competição equestre no 1º Guards Regimento de Cavalaria, em Brasília (capital do Brasil).

De janeiro a julho deste ano, o Brasil exportou para o Peru US$ 1,18 bilhões e importou no mesmo período, US$ 1,09 bilhões, com um superávit para o Brasil de US$ 92,7 bilhões. O Brasil exporta para o Peru, principalmente, automóveis, caminhões, tratores, produtos semi-acabados de ferro e metais em geral. E basicamente importa os minerais de cobre e zinco e a nafta. No período mencionado, o Peru ocupa o 25º lugar no ranking das exportações brasileiras e é o 22º lugar no campo das importações.

A competição equestre homenageou a Batalha de Junín, que aconteceu em agosto de 1824 no Peru e que significou a independência deste país da Espanha.

Vicente Escalante declarou que a celebração da batalha não reflete apenas o excelente momento de amizade entre os povos brasileiros e peruanos, mas também entre os povos vizinhos, como Colômbia, Venezuela, Equador, Chile e Bolívia.

Ele disse que os peruanos gostam muito do Brasil. "Os brasileiros são gentis e carinhosos e trabalham para que os dois países invistam mutuamente em suas economias." Segundo o embaixador, os campos com maior possibilidade de intercâmbio bilateral são comércio, turismo, gastronomia, ciência tecnológica e inovação.

Fontes

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