Em meio a escândalo, prefeito de Detroit é indiciado por perjúrio e outros crimes

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O prefeito de Detroit, Kilpatrick

25 de março de 2008

O prefeito de Detroit, Kwame Kilpatrick, do Partido Democrata, foi acusado hoje de perjúrio, entre outros crimes, por ter tido um caso com a chefe de gabinete e por ter despedido um policial que investigava uma festa em seu escritório, no mais recente escândalo da política americana.

Antes apontado como uma estrela em ascensão dentro da legenda, a situação de Kilpatrick paralisou o governo municipal e pode respingar na campanha presidencial do Partido Democrata, em que os delegados do estado de Michigan estão sendo disputados pelos pré-candidatos Hillary Clinton e Barack Obama.

A promotoria acusou Kilpatrick de corrupção ao autorizar o pagamento de US$ 8,4 milhões para conseguir um acordo extrajudicial para "prevenir a divulgação de mensagens de texto e outras informações que evidenciavam que o prefeito e sua chefe de gabinete mentiram sob juramento", disse o promotor do condado de Wayne, Kym Worthy.

Kilpatrick, de 37 anos, disse que continuará no cargo e que enfrentará as acusações enquanto tenta conseguir apoio para um programa de investimento de 300 milhões de dólares na cidade.


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