Duas mortes e 800 famílias desalojadas na sequência da chuva em Luanda

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11 de março de 2015

Luanda, Ld., Angola

Uma série de chuvas entre os dias 9 a 10 de março que atingiram em Luanda (além de ser capital do país, é capital da província do mesmo nome) e arredores, matou duas pessoas e deixou 800 famílias deslocadas. Além de Luanda, onde atingiram vários bairros, as chuvas tiveram lugar em cidades próximas da capital, Belas, Cacuaco, Cazenga e Viana de acordo com a Rádio Luanda e a Televisão Pública de Angola (TPA).

Por este facto foi já montado um posto comando no Zango I, coordenado pelo vice-governador provincial de Luanda para área técnica, Agostinho da Silva e o comandante provincial do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, José Caculo.

O Serviço de Protecção Civil e Bombeiros registou, com tristeza, a morte de duas pessoas em consequências das chuvas [que se abateram sobre Luanda].

Faustino Minguês, ao Programa "Ecos e Factos" da Televisão Pública de Angola (TPA) ontem

Outro Lado[editar]

De acordo com Agostinho da Silva, após a reunião de balanço no posto avançado do Zango com os Serviços de Bombeiros, nas primeiras horas da manhã de hoje, terça-feira, orientou-se já a distribuição com urgência de motobombas, electrobombas e alguns camiões de sucção, para sugarem as águas em várias ruas e residências.

Há bairros com grandes bacias de água, casas completamente inundadas e, por isso, decidimos encontrar soluções pontuais e desta forma diminuirmos o sofrimento dos moradores

Agostinho da Silva

O Governo Provincial de Luanda garantiu anteontem continuar a apoiar os sinistrados da chuva, por forma a minorar as suas dificuldades, disse o vice-governador para área técnica, Agostinho da Silva.

O responsável prestou esta informação no final de uma reunião orientada pelo governador provincial, Graciano Domingos, com o objectivo de analisar o estado da implementação das estruturas municipais, funcionamento dos serviços de fiscalização e a manutenção e conservação das vias.

A comissão está a analisar as formas mais viáveis de se dar assistência rápida aos mais afectados e paulatina e sequencialmente apoiarem outras.

José Caculo, comandante provincial do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros

De acordo com Caculo, a obstrução das passagens das águas com inertes e detritos está na base das inundações de algumas residências, ruas e estradas. Aconselhou aos cidadãos a evitar permanecer junto de árvores, postes eléctricos ou falar ao telefone, enquanto cai chuva.

Fontes[editar]

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