Covid-19: passaporte da vacina passa a ser obrigatório em todo Rio Grande do Sul

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18 de outubro de 2021

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A partir de hoje, o passaporte da vacina contra covid-19 passa a ser obrigatório em todo Rio Grande do Sul em atividades de alto risco de contágio do Sars-Cov-2, como em festas e cinemas. Como comprovante de vacinação será válido o Certificado de Vacinação Oficial expedido pelo Conecte SUS, ou a caderneta ou cartão de vacinação emitido pelas secretarias Estadual e municipais de Saúde.

As exigências no passaporte mudam conforme a idade, sendo que pessoas de 40 anos ou mais precisam apresentar comprovante com esquema vacinal completo com duas doses ou dose única, pessoas de 30 a 39 anos precisam comprovar a aplicação da primeira dose ou dose única até 31 de outubro e esquema vacinal completo a partir de 1º de novembro e pessoas entre 18 a 29 anos precisam ter passaporte da primeira dose ou dose única até 30 de novembro.

A medida de obrigatoriedade da comprovação vacinal havia sido apresentada pelo governo no dia 30 passado, mas com um período de transição, que encerrou ontem, 17 de outubro.

O passaporte será exigido para entrada em competições esportivas (todas); eventos infantis, sociais e de entretenimento em buffets, casas de festas, casas de shows, casas noturnas, restaurantes, bares e similares; feiras e exposições corporativas, convenções, congressos e similares; cinema, teatros, auditórios, circos, casas de espetáculo, casas de shows e similares e parques temáticos, de aventura, de diversão, aquáticos, naturais, jardins botânicos, zoológicos e outros atrativos turísticos similares.

Fiocruz
“é fundamental que o Brasil adote o passaporte vacinal”

Em seu último Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, emitido no dia 15 passado, os pesquisadores que elaboraram o documento enfatizaram que "é fundamental que o Brasil adote o passaporte vacinal como uma política pública de estímulo à vacinação e proteção coletiva". Eles também reforçaram que outras medidas, como uso de máscara e distanciamento social, ainda são importantes, já que o país ainda não imunizou totalmente sequer 50% da população.

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