Covid-19: Saúde da Argentina publica dados sobre infecções em vacinados horas após o presidente, já imunizado, ter testado positivo

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3 de abril de 2021

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Fernández ao receber a primeira dose da vacina Sputnik em janeiro passado

O Ministério da Saúde da Argentina publicou, esta tarde, informações sobre infecções de Sars-Cov-2 entre pessoas que já foram vacinadas. Segundo o órgão, de forma geral, menos de 0,2% dos argentinos vacinados com a 1ª ou 2ª dose foram notificados com covid-19.

Entre os vacinados com a 1ª dose, de 2.824.344 pessoas vacinadas, 4.212 se contaminaram com o vírus após 14 dias da aplicação da vacina, o que totaliza 0,15%. Já entre os vacinados também com a 2ª dose, de 650.071 imunizados, 1.003 se infectaram após 14 dias da aplicação, o que também significa 0,15%.

Os dados foram divulgados no Twitter cerca de 12 horas após o presidente do país, Alberto Fernández, ter testado positivo para covid-19, mesmo após ter sido vacinado com a vacina russa Sputnik V. “Queria dizer que ao terminar o dia de hoje [ontem], depois de apresentar febre de 37,3° e uma leve dor de cabeça, fiz um teste de antígeno, que foi positivo”, escreveu Fernández em seu Twitter, comunicando ainda que espera o resultado de um teste PCR, que está bem e que já está isolado.

Ele também aproveitou para enviar a mensagem de que "devemos estar muito atentos. Peço a todos e todas que se preservem, seguindo as recomendações vigentes. É evidente que a pandemia não passou e que devemos seguir nos cuidando".

Reação do laboratório russo

O Centro Gamaleya da Rússia, fabricante da Sputnik, comentou uma das publicações de Fernández, dizendo que "estavam tristes por ouvir isto. A Sputnik é 91,6% eficaz contra as infecções e 100% eficaz contra covid-19 grave. Se a infecção é confirmada, a vacina garante rápida recuperação, sem sintomas severos. Desejamos-lhe uma rápida recuperação" (veja aqui).

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