Covid-19: Fiocruz tenta liberação de insumos para vacinas dentro do prazo; material deve vir da China

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25 de janeiro de 2021

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A ChAdOx produzida na Índia

A Fiocruz e a AstraZeneca têm trabalhado juntas para conseguir a liberação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) na China para a produção da vacina ChAdOx1 no Brasil. O primeiro lote, para a produção de 7,5 milhões de doses, está pronto para embarque, no local de fabricação, apenas aguardando a emissão da licença de exportação e a conclusão dos procedimentos alfandegários.

No acordo com a AstraZeneca estava previsto o envio de 14 lotes de 7,5 milhões de doses, com intervalo de 2 semanas entre cada remessa, sendo que, para janeiro, a previsão era de receber dois (02) lotes, totalizando insumo para a produção de 15 milhões de doses de vacinas.

A Fundação espera agora receber a carga até o dia 08 de fevereiro, mas as autoridades alfandegárias chinesas ainda não confirmaram a emissão da licença.

Mais vacinas da Índia

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, explicou no sábado passado que a Fiocruz tem feito todo possível para minimizar o impacto sobre o cronograma de produção da ChAdOx no Brasil, o que inclui a negociação junto ao Instituto Serum, na Índia, de doses de vacinas prontas adicionais. Assim, além dos dois (02) milhões de vacinas prontas entregues semana passada, a Fundação espera conseguir mais imunizantes, em número ainda não confirmado.

A negociação tem o apoio do governo da Índia e da AstraZeneca, que vem colaborando em todo o esforço de antecipação das vacinas frente às dificuldades alfandegárias para exportação do IFA na China.

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