Cidade da Colômbia entra em alerta diante de casos de chikungunya

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4 de janeiro de 2015

Colômbia

Autoridade da cidade de Medellin, no noroeste da Colômbia, decretaram alerta sanitário na tentativa de controlar a propagação da febre chikungunya, doença viral transmitida por mosquitos. A decisão foi tomada depois de se terem identificados 600 casos suspeitos da doença no departamento de Antioquia, incluindo cerca de 100 detectados na capital Medellín, a segunda maior cidade da Colômbia.

A febre chikungunya é doença viral transmitida aos seres humanos por mosquitos infectados – incluindo o Aedes aegypti e o Aedes albopictus. Pelo menos dez dos casos registrados em Medellín são importados. “Temos um alerta de saúde dirigido a toda a rede hospitalar para que, perante a ocorrência de um caso, possamos intervir de imediato, fornecer mosquiteiros, providenciar o isolamento de um eventual paciente infectado com o vírus e proceder logo”, explicou o vice-presidente do município para a área da saúde, Juan Carlos Giraldo Salinas.

O alerta em Medellín demonstra a rápida propagação do vírus na Colômbia, que já registra 74.566 casos, de acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde do país. A maioria se concentra na região do Caribe, com o departamento de Bolívar, no norte, tendo identificado pelo menos 29.677 ocorrências. O alerta foi decretado na sequência das declarações do vice-ministro da Saúde, Fernando Ruiz Gómez, que advertiu para o risco de um novo pico de contágio entre a terceira semana de janeiro e todo o mês de fevereiro. Gómez não descartou, porém, a possibilidade de o número de casos continuar a aumentar depois desse período.

Em junho de 2014, a Organização Mundial de Saúde anunciou que a febre chikungunya estava se propagando por novas regiões do globo terrestre, tendo registrado a ocorrência do vírus em quase 40 países.

Fontes

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