Ciclone Teresa é o 19º da temporada de furacões do Atlântico Norte este ano; só restam dois nomes

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25 de setembro de 2021

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Se chama Teresa a 19ª tempestade ciclônica da temporada de furacões no oceano Atlântico de 2021 a ser nomeada este ano. O fenômeno recebeu nome ontem, após seus ventos passarem de 60km/h e, segundo o NHC, não deve se intensificar muito. "Em meio ao pico da temporada de furacões de 2021, o Atlântico Norte virou uma fábrica de ciclones tropicais, formando diversas tempestades tropicais e furacões, um seguido do outro", escreveu a meteorologista Paola Bueno no website Tempo - Meteored, relatando que Teresa veio logo após Odette, Peter, Rose e Sam terem se formado em uma semana.

Após Teresa, agora só restam dois nomes, Victor e Wanda, dos 21 escolhidos pelos meteorologistas para batizar as tempestades deste ano na região. Depois desta lista se esgotar, uma tabela auxiliar será usada - a temporada segue até o final de novembro, sendo, justo, outubro um dos meses mais ativos.

Um dia antes, o ciclone Sam, então também apenas uma tempestade tropical, havia sido nomeado. Sam era então um sistema que, segundo os serviços de meteorologia, deveria se intensificar rapidamente e virar um furacão, nível que alcançou pouco depois, sendo ontem já um furacão C2 e podendo chegar, entre hoje e amanhã, a ser um superfuracão C4.

Sam, o 7º ciclone a virar furacão este ano, tem uma trajetória ainda incerta e os meteorologistas sequer sabem precisar se ele tocará terra ou não - mas que, em seu rumo para Noroeste, pode se aproximar, inicialmente, das Ilhas Leeward e, posteriormente, das Bermudas ou da Costa Nordeste dos Estados Unidos.

Depressões, tempestades e furacões

Todas as depressões, tempestades e furacões tropicais são ciclones (fenômenos caracterizados por ventos circulantes/ciclônicos) e o que os diferencia entre si nada mais é que a intensidade de seus ventos.

Todos estes sistemas também estão interligados: começam como uma área de distúrbio sobre águas quentes (por isto tropicais), passam para uma depressão, quando seus ventos atingem cerca de 60km/h, evoluem para tempestades e depois para furacões conforme aumentam seus ventos. Um furacão C5 - categoria 5, a maior da escala Saffir-Simpson - pode chegar a ter ventos sustentados catastróficos de cerca de 300km/h.

Estes fenômenos (ciclones), em águas mais frias, como na costa do Sudeste das Américas, não são tropicais, mas subtropicais ou extratropicais.

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