China e Taiwan reagem a manifestação

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29 de março de 2005

Mapa de Taiwan.

A mídia chinesa e o antigo Presidente de Taiwan, Lee Teng-hui responderam segunda-feira à reunião maciça de pessoas ocorrida no sábado na Cidade de Taipei, em Taiwan.

Na China, o jornal China Daily publicou um editorial sob o título:March sets stage for secessionist scheming ("Marcha prepara intriga separatista") e nele chama a manifestação de "intriga separatista" e "abuso de poder popular". O editorial chegou a usar aspas para se referir ao presidente ("presidente") e vice-presidente ("vice-presidente") de Taiwan.

O jornal disse a respeito do Presidente Chen: "que a sua participação no protesto serviu para acrescentar em seu currículo que ele é um homem de má fé. Há somente um mês, Chen solenemente prometeu promover um estreitamente nas relações durante reunião com o presidente do partido James Soong. Infelizmente ele não conseguiu honrar a sua palavra."

Em Taiwan, o ex-presidente Lee Teng-hui pediu ao governo para tomar medidas concretas depois das manifestações.

Os Taipei Times publicou a fala de Lee: "A Marcha de 26 de março terminou perfeitamente, ainda que não fosse somente o encerramento de um carnaval político." Lee continuou: "Ele foi um novo ponto de partida para consolidar a identificação do povo com Taiwan e declarar a vontade firme da população taiwanesa em defender o seu direito de autodeterminação."

"Aquele 1 milhão de pessoas taiwanesas que saíram às ruas foi uma exibição da principal opinião pública taiwanesa corrente, e as autoridades são obrigadas a responder a isto com ações práticas e políticas. De outra maneira a marcha terá sido somente uma manifestação emocional, que não resolverá os atuais problemas." Lee disse no simpósio dos Advogados de Tawian. "

Fontes