Caso Maddie: Scotland Yard volta a Portugal para novos interrogatórios no desaparecimento da menina inglesa

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9 de dezembro de 2014

Os inspetores de Scotland Yard retornaram no dia 7 último domingo a Portugal para dar seguimento à investigação, iniciada em 2013, sobre o desaparecimento em 2007 da menina inglesa Madeleine McCann, também conhecida como Maddie, é o que informa a AFP, por uma fonte próxima ao caso.

A volta da polícia inglesa coincide com a substituição do detetive que liderava as investigações sobre o desaparecimento de Maddie marcada para antes do Natal, quando chegou em Portugal na segunda-feira (8). Os detetives deverão ficar no Algarve durante três dias, segundo o canal de notícias britânico Sky News, nos dias 8 a 10.

Já este ano, a Scotland Yard tinha regressado ao país para ajudar as autoridades nacionais a interrogar várias pessoas. Segundo a imprensa portuguesa, a polícia britânica pediu à polícia de Faro, sul do país, permissão para interrogar onze testemunhas de nacionalidade portuguesa e britânica. Os interrogados serão sete homens e quatro mulheres, em sua maioria, foram ouvidos pelas autoridades portuguesas no passado. Entre eles estão funcionários do hotel Ocean Club onde a menina foi vista pela última vez e o inglês Robert Murat, primeiro suspeito a ser investigado em 2007 antes da justiça portuguesa arquivar o caso no ano seguinte, por falta de provas.

Na sexta-feira (12), a Scotland Yard e a polícia portuguesa devem se reunir para discutir o curso da investigação.

Histórico[editar]

Na noite do dia 3 de maio de 2007, Madeleine McCann, com então quatro anos de idade, desapareceu de seu quarto enquanto seus pais jantavam com amigos em um dos restaurantes do complexo hoteleiro Ocean Club em Praia da Luz em Algarve (sul).

Após dois anos analisando o caso (2009), o Reino Unido abriu sua própria investigação em julho de 2013 e as autoridades portuguesas reabriram o caso pouco depois.

Neste contexto, os inspetores britânicos pediram em outubro novas análises de ADN (DNA no Brasil) ao Instituto Médico (Instituto Médico Legal no Brasil) de Coimbra (centro).

No início de junho de 2014, agentes britânicos de investigação forense, PJ e GNR realizaram várias buscas com cães, no miradouro da Praia da Luz e em terrenos à entrada da localidade turística da Aldeia da Luz.

Na época, revistas foram realizadas em conjunto pelas autoridades portuguesas e britânicas não revelaram "nenhum indício" novo, segundo Scotland Yard, mas quatro novas pessoas passaram a ser investigadas.

Ao todo, foi investigada uma área de cerca de 60 mil metros quadrados, incluindo condutas de eletricidade e gás, esgotos e edifícios em ruínas, com o auxílio de cães pisteiros e "georradares", buscas que se revelaram infrutíferas.

Os pais da menina, Kate e Gerry, sempre defenderam a hipótese de que Madeleine foi sequestrada e que poderia estar viva, com 11 anos de idade.

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Fontes[editar]

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