COVID-19: companhias aéreas sofrem pior crise da história

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10 de maio de 2020

Airbus A320 da Avianca

A Avianca entrou com “pedido de falência” hoje em Nova Iorque, Estados Unidos, se tornando mais uma companhia aérea a anunciar oficialmente graves problemas financeiros devido à queda no número de vôos por causa da pandemia de COVID-19. Antes dela, a Lufthansa, a Air France e a Alitalia já tinham comunicado dias atrás que estavam adotando ações estratégicas para resolver os problemas econômicos.

Na Alemanha, a Lufthansa pediu ajuda ao governo no início de maio alegando que estaria perdendo 1 milhão de euros por hora devido à crise. Segundo a Euronews, a empresa estava disposta a vender 25% da companhia para o governo alemão por 10 milhões de euros. Na mesma semana, a Air France recebeu um sinal verde para um empréstimo de 7 milhões de euros, sendo que destes, 4 milhões viriam através da União Europeia e 3 milhões seriam emprestados pelo governo francês. Em troca, no entanto, a companhia teria que se comprometer a reduzir a emissão de CO2.

Já na Itália, a Alitalia anunciou semana passada a demissão temporária, por sete meses, de 6.600 empregados após um acordo com o Ministério do Trabalho. A empresa já tinha problemas e o governo italiano já tinha anunciado, meses antes, a intenção de nacionalizar a companhia.

A Avianca estimou, no seu pedido, que no mundo todo a pandemia tenha causado uma baixa de 90% no transporte aéreo de passageiros. Já o Ministério do Desenvolvimento da Itália tinha dado um nùmero parecido em relação à Alitalia, estimando uma queda de 87,5%.

A Lufthansa é a maior companhia aérea da Europa, enquanto a Avianca é a segunda maior da América Latina.

Fontes

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