Brasil: empresários do agronegócios se manifestam em prol da democracia; há preocupações com repercussões econômicas no exterior

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31 de agosto de 2021

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Preocupados com os constantes atritos do presidente Jair Bolsonaro com os outros poderes, principalmente com o Judiciário, representantes do setor do agronegócio brasileiro emitiram hoje um manifesto em prol da democracia. Há temor de que a situação política no Brasil possa influir nos negócios agrícolas no exterior.

"O texto cobra postura das lideranças brasileiras, que devem se mostrar 'à altura do Brasil' e critica a 'politização ou partidarização nociva', que tem potencial para agravar os problemas enfrentados pelo país", escreveu o IG.

O manifesto veio poucas horas depois do cancelamento de uma declaração pró-democracia pela Fiesp, emissão que foi cancelada após pressão do Governo Bolsonaro - especificamente, Arthur Lira, presidente da Câmara, havia ligado para o presidente da Fiesp para pedir a não divulgação do documento - e foi endossado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Associação Brasileira dos Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma), Associação Brasileira dos Industriais de Óleos Vegetais (Abiove), Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), CropLife Brasil, Indústria Brasileira de Árvores (Ibá),  Sindicato Nacional da Indústria de Produtos apra a Defesa Vegetal (Sindiveg).

A pressão do governo pelo cancelamento da nota da Fiesp foi chamada de "abuso" pela jornalista Miriam Leitão no Bom Dia Brasil de hoje.

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