Assassinado o fotojornalista Rubén Espinosa no México

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Pedidos de justiça para Ruben
Foto: EneasMx/Wikimedia Commons.

2 de agosto de 2015

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Ruben Espinosa, fotojornalista do Proceso e Cuartoscuro foi encontrado morto, com sinais de tortura e com único tiro na cabeça no domicílio da Narvarte, na Cidade do México.

Sua família o havia reportado como desaparecido um dia antes (1º de agosto), sendo visto pela última vez na sexta-feira 31 de julho (anteontem). Junto a ele foram encontradas outras quatro vítimas, todas mulheres. Até neste momento, só haviam identificado apenas duas, a Nadia Vera, ativista veracruzana (da cidade de Veracruz) Yo Soy 132 e a Yesenia Quiróz. As quatro mulheres também foram achadas com sinais de tortura e com tiro na cabeça.

O fotojornalista tinha fugido de Veracruz, donde trabalhava, por temor às represálias que havia tido por parte da administração do Governador atual Cesar Duarte. Veracruz havia convertido em umas das entidades mais perigosas para jornalistas.

No domingo, 2 de agosto, diversos grupos de cidadãos e jornalistas realizaram manifestações para repudiar o assassinato de Rubén, Nadia, Yesenia e outras duas mulheres ainda não identificadas. Além disso, as redes sociais se fizeram virais as hashtags #JusticiaParaRubén ("Justiça Para Rubén") e #DuarteAsesino ("Duarte Assassino").

Os fotógrafos da marcha decidiram que todo o material fotográfico da marcha será assinado com o nome de Rubén Espinosa.

Fontes

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