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As leituras do discurso do Presidente Donald Trump

Fonte: Wikinotícias

Agência VOA

1 de março de 2017

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De um tom diferente aos próximos passos no Congresso

As reações ao discurso do Presidente Donald Trump não se fizeram esperar.

Algumas sondagens feitas minutos depois do discurso ao Congresso na noite de terça-feira, 28, indicam uma reação positiva dos americanos que consideram ter Trump feito passar uma mensagem presidencial, ao contrário da postura dura que ele tem vindo a revelar.

O professor da Universidade de Massachusetts Frank de Sousa destaca “o tom positivo de Trump”.

Pela primeira vez, “ele soou presidencial, mais sério, ao contrário daquela combatividade revelada no Twitter”, continua Sousa na conversa com a VOA, em que destacou o “papel moralizador e de união que era esperado como Presidente”.

Apesar de “manter um discurso duro contra a imigração, embora com uma certa suavidade”, aquele professor resumiu o discurso como “coerente”.

Francisco Semião, que integrou a Coligação Nacional para a Diversidade da campanha de Donald Trump, também em conversa com a VOA, reitera o “tom mais presidencial e menos combativo do Presidente” que, como diz, “revelou o seu empenho em enfrentar os problemas que afetam os americanos”.

Imigração no centro do discurso

Entretanto, o também diretor da Organização Nacional de Luso-Descendentes (NOPA, em inglês), em Virgínia, enfatiza que Trump apontou a sua agenda, “ou seja, coisas que ele fez e vai fazer, como reduzir os crimes, reforçar as Forças Armadas e combater a imigração ilegal, não daqueles que querem vir trabalhar, mas os criminais”.

Semião é diz que Donald Trump falou ao coração dos americanos, ao contrário dos anteriores presidentes George W. Bush e Barack Obama que “defendiam ideologias e não as causas do povo”.

Analistas questionam se as intervenções do Presidente manterão o tom do discurso de ontem, agora que terá de fazer passar o seu orçamento no Congresso e várias outras iniciativas legislativas.

Frank de Sousa avisa que “os próximos dias serão determinantes tanto para o Presidente como para os republicanos no Congresso.

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