Argentina prorroga negociação da dívida até 2 de junho

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25 de Maio de 2020

A Argentina concordou em continuar as negociações com os credores para reestruturar cerca de US $ 65 bilhões em dívida externa até 2 de junho, enquanto a terceira maior economia da América Latina procura evitar outro calote devastador.

Isso acontece logo depois que o ministro da Economia da Argentina, Martin Guzman, sugeriu que havia uma "grande chance" de que o prazo de 22 de maio fosse estendido. No entanto, um período de carência para um grupo de pagamentos de juros de US $ 500 milhões em três títulos estrangeiros permanece na sexta-feira.

Analistas prevêem que o país atingido pela recessão não cumprirá esses pagamentos de títulos depois que uma proposta inicial do governo foi rejeitada no início deste mês. Pensa-se que o impacto disso dependeria em grande parte do resultado das negociações de reestruturação agora programadas para continuar até o início de junho.

"A Argentina acredita firmemente que uma reestruturação bem sucedida da dívida contribuirá para estabilizar a atual condição econômica, aliviando as restrições de médio e longo prazo na economia argentina criadas por sua atual dívida e retornando a trajetória econômica do país ao crescimento a longo prazo", afirmou o governo. em comunicado publicado na quinta-feira.

Os termos do novo plano de pagamento proposto pelo governo argentino não foram divulgados oficialmente por estarem respaldados pelo acordo de confidencialidade (NDA - non-disclosure agreement, em inglês).

Segundo o ministro da Economia, Martín Guzmán, a Argentina tem um limite na negociação com os credores, pois necessita cumprir o plano de sustentabilidade da dívida acordado com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

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