Anistia Internacional diz que não tem certeza sobre supostos abusos em Guantânamo

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6 de junho de 2005

Ao comentar sobre a recente comparação que fez a Anistia Internacional fez do centro de detenção norte-americano na Baía de Guantânamo, o Diretor Executivo da Anistia Internacional William Schulz disse para o jornal americano Fox News Sunday que o seu grupo não tem certeza sobre a veracidade das acusações feitas contra militares dos EUA.

Ele também disse que não tem nenhuma informação de que o Secretário da Defesa dos EUA Donald Rumsfeld ordenou a tortura de detentos da prisão. Schulz tinha dito em relatos anteriores que Rumsfeld era "aparentemente um arquiteto de alto-nível da tortura" e que surras e fome foram usadas contra os prisioneiros de Guantânamo.

O diretor Schulz admitiu que chamar a instalação de "gulag" talvez não tenha sido a melhor escolha de palavras. "...eles [os detentos] não estão em regime de trabalhos forçados, a eles não está sendo negada comida." Continuando, ele disse: "mas há algumas analogias com os gulags e nossas instalações de detenção.". Segundo Schulz os oficiais americanos escodem segredos sobre o funcionamento da prisão em Guantânamo.

O tratamento dado a prisioneiros na prisão da Baía de Guantânamo tem estado em disputa recentemente. Integrantes da Anistia Internacional chamarão a prisão de "gulag". O governo do Presidente George W. Bush considera as declarações da Anistia Internacional injustas.


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Fontes

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