Alberto Nisman, procurador que denunciou a Presidenta da Argentina é encontrado morto

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19 de janeiro de 2015

Alberto Nisman, o procurador argentino que denunciou à Presidenta desse país, Cristina Fernández de Kirchner de encobrir os responsáveis de um atentado com carro-bomba contra a sede portenha (Buenos Aires) da Associação Mutual Israelita Argentina (em espanhol: Asociación Mutual Israelita Argentina, AMIA), na qual morreram 85 pessoas em 18 de julho de 1994, foi encontrado morto em seu apartamento.

Nisman foi encontrado falecido na banheira de sua casa na torre Le Parc no bairro de Puerto Madero só apenas horas antes de que comparecera ante ao Congresso sobre as provas de sua denúncia, nas quais foram encontrados seladas em seu escritório.

As autoridades argentinas acreditam por enquanto que Nisman se suicidou, no entanto, opositores ao governo da Kirchner a responsabilizam da sua morte e inclusive, a hashtag #CFKasesina ("CFK" são iniciais do nome da presidenta e "asesina" é "assassina" em espanhol) no twitter como uns dos trending topics neste momento.

De acordo com os primeiros oficiais (policiais) que apareceram no local, Alberto Nisman estava sobre uma poça de sangue e um buraco que presumidamente seria causado por uma bala.

O secretário de Segurança da Argentina Sergio Berni, o chefe da Polícia Federal, Román Di Santo e a promotora de turno chegaram ao local do incidente para iniciar a investigação.

Nisman havia dito em uma entrevista prévia com o diário Clarín da Argentina que a sua denúncia poderia levar-le à morte. "Eu posso sair morto [por] disso", ele disse ao cronista Natasha Niebieskikwiat no sábado.

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