86% dos engenheiros agrônomos da UPCT encontram trabalho em um ano após acabar a carreira na Espanha

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11 de dezembro de 2014

Os Graduados em Engenharia Agrícola pela Universidade Politécnica de Cartagena têm maiores possibilidades de encontrar um emprego e de fazê-lo em menos tempo que os de outras universidades espanholas. Assim se emerge das útimos dados sobre a empregabilidade das carreiras universitárias oferecidas pelo Ministério da Educação, Cultura e Esporte. A taxa de empregabilidade dos engenheiros agrônomos que acabaram seus estudos em 2010 na UPCT é de 86,4%.

Os dados recolhidos pelo Ministério indicam que a porcentagem de afiliados à Segurança Social entre os engenheiros agrônomos da UPCT alcançou em 2011, um ano, um ano depois de finalizar a carreira, os 86,4%, um dado muito bem acima das universidades com maiores taxas de empregabilidade neste grau, da Universidade de Almería e a de Castilla-La Mancha, que necessitaram outros dois cursos para que sua sua percentagem rondara aos 90%.

“É significativo que no contexto produtivo agro-alimentário da nossa zona das empresas apostem por graduados da UPCT antes por-los de outras universidades próximas. O selo UPCT é distinta da qualidade formativa que aproveitam nossos estudantes”, indica Alejandro Pérez Pastor, diretor da Escuela Técnico Superior de Ingeniería Agronómica (ETSIA). Do seu ponto de vista, a UPCT não só é uma referência para o setor agro-alimentário regional, sendo que “exportamos engenheiros agrônomos em todo o mundo, da Ásia à América do Sul”.

Diplomados em ativo

As qualificações da Politécnica de Cartagena que conseguem um maior número de empregados, entre os membros da promoção 2009/2010, são Engenharia Industrial, Engenharia Técnica Agrícola, Engenharia de Telecomunicação e ADE. Em todas elas, o porcentual dos graduados na ativa, quatro anos depois de finalizar seus estudos, supera os 73%.

No conjunto de carreiras da UPCT, a empregabilidade dos seus diplomados em 2010 ascende aos 64%, de modo que quase dois dos três estudantes que esse ano acabaram seus estudos já encontraram trabalho ao longo dos últimos quatro. De fato, 12 das 16 diplomados da UPCT recolhidas neste estudo possuem uma taxa de empregabilidade superior aos 60%. A taxa média de inseção laboral (emprego) dos diplomados em 2010 em todas as universidades espanholas é também de 64%, enquanto a média na Região de Murcia é de 62%.

A abrangência dos dados recolidos pelo Ministério da Educação evidencia que as carreiras científicas e técnicas são as que mais empego geraram entre seus diplomados. As carreiras mais técnicas têm mais saídas de emprego que as ciências humanas, segundo o relatório, porém os alunos se matriculam mais entre diplomados. Os 88,2% dos diplomados em Ciências da Saúde trabalham de acordo com sua qualificação, quatro anos depois de terminar seus estudos. Eles seguem os de Ciências (62,9%) e Engenharia e Arquitetura (61,4%).

“A comunidade educativa, desde os pais aos docentes deve conhece o importante que é os alunos universitários encontram trabalho praticamente depois de acabar a carreira [formar]. Estes últimos dados são um alicente para que os novos estudantes optem por titulações que oferecem mais oportunidades no contexto geográfico da Região de Murcia”, acrescenta o diretor da ETSIA.

Fontes

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