10 milhões de pessoas enfrentam escassez de alimentos no Sudão

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28 de julho de 2020


Quase um quarto da população do Sudão está passando fome, devido a conflitos, o aumento dos preços dos alimentos e à pandemia de [[p|Covid-19}}, informou o The Guardian. Atualmente, cerca de 9,6 milhões de pessoas enfrentam grave escassez de alimentos, o maior número registrado na história recente do país.

Muitos dos afetados vivem nas zonas de conflito nos estados do Cordofão do Sul e do Nilo Azul, mas quase todos os 18 estados do país registraram algum nível de fome, incluindo a capital, Cartum.

A Rede de Sistemas de Aviso Prévio Contra Fome disse que um grande número de pessoas precisaria de assistência alimentar de emergência até pelo menos setembro, já que "os preços dos alimentos básicos estão muito altos e as medidas de controle da Covid-19 limitam significativamente o acesso aos alimentos durante a estação de seca".

As agências da ONU que trabalham no país alertaram para graves consequências. "Se nenhuma medida for tomada, as pessoas podem sofrer de insegurança alimentar crônica e cair na pobreza e perpetuar a alta vulnerabilidade a riscos futuros", disse Woo Jung Kim, oficial de comunicações do Programa Mundial de Alimentos no Sudão.

Segundo a ONU, em 27 de julho o Sudão havia registrado 11.424 casos e 720 mortes por Covid-19.


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