Venezuelanos repudiam declarações do governo de Trindade e Tobago

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30 de novembro de 2020

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A oposição venezuelana condenou as recentes declarações do governo de Trindade e Tobago após a deportação de 29 migrantes, incluindo 16 crianças, que posteriormente foram devolvidos à ilha por ordem de um tribunal de Trindade.

O presidente interino, Juan Guaidó, afirmou que, embora seja compreensível a situação que Trindade e Tobago atravessa em meio à pandemia, não há desculpa para maltratar 16 crianças.

“O principal responsável pelos migrantes também é Nicolás Maduro. Não são os venezuelanos, vítimas que hoje infelizmente se encontram em situação de refugiado, de forma alguma responsáveis ​​pela situação”, disse Guaidó.

Por sua vez, Carlos Valero, membro da Comissão de Política Externa do Parlamento, condenou as declarações do ministro da Segurança de Trindade, Stuart Young, que afirmou que quem entra ilegalmente em seu país é "indesejável" e ameaçou deportar qualquer pessoa.

"Essas declarações são profundamente desumanas e beiram o fascismo", disse Valero.

Mais de 72 horas depois do incidente, sem especificar detalhes, Jorge Arreaza, chanceler do governo disputado [Venezuela], anunciou que convocou o governo de Trindade para o que ele descreveu como "uma reunião de trabalho necessária".

Em dois barcos, as autoridades de Trindade deportaram no domingo, 22 de novembro, um grupo de migrantes venezuelanos que havia chegado à ilha na semana anterior. Nesse mesmo dia, a justiça local determinou seu retorno.

Fontes

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