Venezuela: chegam mais vacinas russas, mas a agitação continua devido a falhas

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31 de maio de 2021

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O governo venezuelano anunciou neste domingo a chegada de uma nova remessa com 500 mil doses da vacina russa Sputnik V, como parte da ativação do que chamou de segunda fase de vacinação no país.

A vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez, que recebeu a remessa no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, explicou que essas doses são incorporadas para "adultos com mais de 60 anos com duas ou mais doenças" e para "idosos vulneráveis".

Em comunicação conjunta com o presidente Nicolás Maduro, ele indicou que o país já deu um registro de emergência para as vacinas Sputnik Light e EpiVacCorona e que, junto com o Sputnik V, haveria "três vacinas da Rússia que se somam ao plano de vacinação de Venezuela".

A oposição venezuelana questionou os números oficiais de mortes; enquanto as academias do país têm defendido que a vacinação seja feita “sem discriminação” e com rapidez.

Na semana passada, Maduro também anunciou, sem dar maiores detalhes, a chegada de 1.300.000 vacinas da China.

O governo deu início neste final de semana ao que se denominou uma nova fase do processo de vacinação com a instalação de pontos para serem imunizados. Cidadãos comentavam as horas nas filas que passavam e alguns até a "desorganização" do processo.

A este respeito, o líder oposicionista Juan Guaidó, reconhecido por dezenas de países como presidente interino do país, assegurou que “é urgente um Plano de Vacinação através da mesa técnica, o ingresso da COVAX e o fortalecimento da ação humanitária multilateral”.

Fontes

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