Suprema Corte dos EUA assiste à discussão sobre aquecimento global

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Sede da Agência de Proteção Ambiental em Washington, DC.

26 de novembro de 2006

Um grupo de ecologistas e líderes de algumas grandes cidades vão se reunir na Suprema Corte dos Estados Unidos da América esta semana para discutir se a Agência de Proteção Ambiental deve regular como matéria de saúde pública a quantia de gás carbônico proveniente dos veículos. Um tribunal federal de apelações nitidamente dividido decidiu a favor do governo em 2005. Todavia em junho último, a Suprema Corte decidiu retomar o caso.

A administração Bush pretende argumentar antes do tribunal na quarta-feira que o Clean Air Act não concede à Agência de Proteção Ambiental poderes para tratar o gás carbônico como um poluente. A agência afirma que ainda que tivesse tal autoridade, agiria com discrição perante a lei no trato do problema sem impor medidas de controle de emissão.

Os ecologistas insistem que o Clean Air Act deixa claro que o gás carbônico é um contaminante que e que está sujeito à regulamentação porque ele representa uma ameaça para a saúde pública.

O caso vem só algumas semanas depois que um relatório do governo federal concluiu que cada vez menos filhotes de ursos polares sobrevivem fora da costa do norte do Alasca. Muitos ecologistas culpam o aquecimento global. Também ainda neste mês o NOAA disse que continuam haver sinais de aquecimento no Ártico e que há um declínio na quantidade de mar congelado, aumento de arbustos que crescem na tundra e preocupações a respeito da camada de gelo que cobre a Gronelândia.

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