Sergipe registrou 910 vítimas por intoxicação envolvendo escorpiões no ano passado

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

15 de abril de 2021

Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram


O Centro de Informação e Investigação Toxicológica (Ciatox) do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), gerenciado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), contabiliza no ano de 2020, 910 vítimas por intoxicação envolvendo escorpiões.

De acordo com a responsável pelo Programa Estadual de Raiva, Leptospirose e Animais Peçonhentos, a médica veterinária, Ana Paula Barros, o aumento exacerbado no número de picadas acontece porque as pessoas estão mais em casa. “Esses animais possuem hábito noturno e gostam de se abrigar em materiais que são acumulados nos quintais das residências, dentro de sapatos ou debaixo de colchão, ficando as pessoas mais vulneráveis aos acidentes”, diz.

O Ciatox faz parte da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (Renaciat), coordenada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em Sergipe, funciona há 16 anos no Huse e conta com uma equipe multidisciplinar de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e técnicos de enfermagem.

Ana Paula faz uma observação para a população e algumas medidas de prevenção que devem ser adotadas. “A adoção de hábitos simples é fundamental para prevenir acidentes como ter cuidado com o que está sendo acumulado, entulhos devem ser evitados e manter o ambiente higienizado, para evitar que o animal encontre esconderijos”, explica.

É importante lembrar que em qualquer ocasião por intoxicação, a vítima deve procurar o hospital mais próximo para atendimento imediato.

Fonte[editar]



Compartilhe
essa notícia:
Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram LinkedIn Reddit