Síria aceita envio de observadores estrangeiros ao país, como quer a Liga Árabe

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Agência Brasil

Mapa mostrando os países da Liga Árabe em verde (a Síria está marcada em verde claro por estar suspensa).

5 de dezembro de 2011

Brasília — Depois de mais de três semanas de negociações, o presidente da Síria, Bashar Al Assad, aceitou o envio de observadores estrangeiros para o país, como cobra a Liga Árabe. A decisão foi anunciada hoje (5) pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da Síria, Walid Al Muallem. A exigência da Liga Árabe foi ratificada ontem (6) por meio de uma carta enviada a Assad.

O secretário-geral da Liga Árabe, Nabil Elaraby, disse que o prazo para a Síria responder à recomendação era ontem à noite. Os árabes exigem ainda que Assad imponha um cessar-fogo no país. Segundo ele, o governo sírio respondeu positivamente também ao apelo pelo cessar-fogo.

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 4 mil pessoas tenham morrido na Síria em decorrência dos embates entre forças policiais e manifestantes. Há denúncias de assassinatos de crianças e mulheres. Também há informações de torturas e prisões políticas.

A Liga Árabe, formada por 23 nações (incluindo a Síria, que está suspensa), cobra o fim da violência e a adoção de medidas democráticas no país, como eleições e o diálogo com a oposição. Alguns países da comunidade internacional, como os Estados Unidos, ameaçam o governo sírio com a imposição de mais sanções no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Fontes[editar]

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