Representante da FAO alerta para o surgimento de sem terras em Moçambique

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Moçambique.

Agência VOA

O alerta é do representante da FAO em Portugal e antigo ministro da Agricultura de Moçambique.

4 de dezembro de 2014

Moçambique

O representante do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) em Portugal, Hélder Muteia, alertou esta quinta-feira (4) em Maputo, contra o risco do surgimento de comunidades e famílias sem terra em Moçambique devido à expansão de megaempresas do agronegócio.

Ao falar na Conferência do Sector Familiar e Desenvolvimento em Moçambique, co-organizada pelo Observatório do Meio Rural (OMR) e União Nacional de Camponeses (UNAC), que acontece na capital moçambicana, Muteia afirmou que o Brasil é exemplo para se fazer melhor.

O antigo ministro da Agricultura afiançou que diante o contexto de pressão sobre a terra, Moçambique precisa de políticas direccionadas à agricultura familiar e de lideranças mais fortes, desde a comunidade, organizações de camponeses e governantes, para que sejam capazes de converter sonhos em acções concretas.

Segundo Muteia, a agricultura familiar deve ser entendida como uma unidade social depositária de valores culturais que engloba, para além da produção agrária, a pesca, florestas e gestão de recursos naturais.

Aquele responsável da FAO, citado pela AIM, lembrou que a crise global de alimentos de 2007/2008 e 2010 fez com que 44 milhões de pessoas no mundo passassem de pobres, para extremamente pobres.

Fonte[editar]

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