Professora brasileira conta a experiência de conseguir bolsa de estudos nos Estados Unidos

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Agência VOA

31 de agosto de 2014

Aline Goulart Corrêa, de 28 anos, é formada em Letras português e inglês, professora de Inglês na rede pública e também na escola de curso de idiomas CCAA. Desde 2013, trabalha como assessora de ensino na Secretaria de Educação no município de Tubarão, Santa Catarina, para apoiar principalmente o ensino de língua estrangeira: espanhol (ou castelhana) e inglês. Seu trabalho atual consiste em visitar escolas, dar orientação, organizar reuniões e acompanhar o trabalho dos professores.

Anos atrás, Aline teve a oportunidade de vir estudar nos Estados Unidos. Ela ganhou uma bolsa da Fulbright, um programa de bolsas de estudos fundado pelo senador J. William Fulbright e patrocinado pelo Escritório de Assuntos Culturais e Educacionais do Departamento de Estado dos Estados Unidos, governos de outros países e setor privado.

Em 2011, ela se inscreveu no programa de bolsas para professores da rede pública que lecionam língua inglesa. Antes de ser aprovada, fez teste de Inglês e apresentou um projeto. Aline Corrêa foi selecionada junto com mais 24 professores brasileiros, que vieram estudar na Universidade de Oregon, na cidade de Eugene. Entre as disciplinas estavam metodologias de ensino e História Americana.

Aline Corrêa gosta da língua inglesa e acha que é a mais bonita. Conta que o pai, Aílton Corrêa, sempre a incentivou a aprender o inglês, e quando ela se tornou adolescente, a matriculou num curso. A professora dá várias dicas para quem está interessado em aprender Inglês ou qualquer outra língua. Explica que o importante é estar motivado e disposto a praticar e a realizar todas as atividades.

Aline Corrêa recomenda fazer um curso na língua que você deseja aprender e procurar um bom professor. "Você pode também aprimorar a sua segunda língua assistindo a filmes e ouvindo músicas", diz. Uma outra dica que ela dá é procurar por uma oportunidade de intercâmbio fora do país.

Aline Corrêa explica que existem várias bolsas gratuitas para quem está disposto a aprender. A professora brasileira conclui dizendo: “Aprender uma língua estrangeira é possível. Basta querer, basta ter vontade!”

Fontes[editar]

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