Presidente Cavaco Silva condena dois atentados e apela ao respeito pela ordem constitucional na Guiné-Bissau

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3 de março de 2009

Berlim, Alemanha

O presidente de Portugal, Cavaco Silva, condenou ontem "veementemente" os atentados que provocaram a morte do Presidente guineense, "Nino" Vieira, e do chefe da Forças Armadas e apelou às forças militares e políticas que respeitem a "ordem constitucional".


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Portugal condena veementemente os atentados que na Guiné-Bissau causaram a morte ao Presidente "Nino" Vieira e ao chefe das Forças Armadas e apela aos entes políticos e militares que respeitem a ordem constitucional e o desejo de paz e desenvolvimento manifestado pelo povo guineense nas recentes eleições legislativas.

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Cavaco Silva




Cavaco Silva, que falava aos jornalistas antes de partir para uma visita de Estado de quatro dias à Alemanha, considerou ainda "trágica" a noite que se viveu na Guiné-Bissau.

Em mensagem ao estado guineense, o chefe de Estado português lamentou, em seu nome e do povo português, "os trágicos e deploráveis atentados" que causaram a morte do Presidente da República da Guiné Bissau e do Chefe do Estado-maior General das Forças Armadas, General Tagmé Na Waié.

O chefe de Estado lembrou "Nino" Vieira como "um homem e um político que conhecia bem" e com quem trabalhou "no estreitamento da amizade e cooperação entre Portugal e a Guiné-Bissau, bem como na defesa dos princípios e valores que unem" os dois povos, no quadro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O Presidente foi assassinado hoje por militares depois de um atentado à bomba ter provocado a morte ao chefe de Estado-maior General das Forças Armadas, Tagmé Na Waié, no último domingo.

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Fontes

Na Wikipédia há um artigo sobre João Bernardo Vieira.