Paraguai não deve ser suspenso da OEA, diz secretário-geral da organização

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Agência Brasil

10 de julho de 2012

Brasília


O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, sugeriu hoje (10) que seja feito um plano de ação para facilitar o diálogo entre os países da região e o Paraguai. Durante a reunião extraordinária da entidade, ele sugeriu que não sejam aplicadas suspensões ao Paraguai na OEA, depois do impeachment do então presidente Fernando Lugo.

"A suspensões aplicadas pela OEA resultariam em grandes implicações econômicas para o país e trariam um impacto direto para decisões de outras instituições do sistema interamericano e para a vida econômica e financeira do país”, disse Insulza. O Mercosul e a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) suspenderam o Paraguai dos blocos até que sejam feitas novas eleições, marcadas para 2013.

O secretário disse ainda que no Paraguai há uma situação de normalidade política, social e econômica que deve ser preservada. Ele insistiu ainda que ao aplicar sanções ao Paraguai, os países da OEA devem ter em mente que o objetivo comum deve ser o de fortalecer a democracia do país e que se deve buscar um caminho que promova o diálogo entre todos os atores políticos envolvidos na questão do Paraguai para superar a situação atual.

“Temos nesta organização os instrumentos necessários para ajudar nos esforços para obtermos esses fins [o diálogo]”. Insulza foi ao Paraguai há cerca de uma semana e meia para saber como estava a situação do país depois do impeachment do ex-presidente Fernando Lugo. Ele deixou o poder depois de ser julgado pelo Congresso paraguaio por má administração. Países sul-americanos consideraram que houve pouco tempo para Lugo fazer sua defesa, pois o julgamento ocorreu em dois dias. Com a saída dele, assumiu o poder o vice-presidente, Federico Franco.

Fontes


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