OMC marca para março discussões sobre relação entre taxas de câmbio e comércio internacional

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Agência Brasil

2 de fevereiro de 2012

Suíça, Genebra — As controvérsias envolvendo a relação entre taxas de câmbio e comércio internacional predominarão em uma discussão marcada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) para 27 e 28 de março, em Genebra, na Suíça. O debate atende a um pedido do governo do Brasil, feito no ano passado, e será dividido em quatro sessões. A primeira etapa discutirá os setores público e privado, a segunda as organizações internacionais, a terceira as instituições acadêmicas e a última as conclusões.

Organização Mundial do Comércio

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que as discussões são parte de duas propostas enviadas pelo Brasil à OMC em 2011. Em uma das propostas, o governo brasileiro ressalta a necessidade de discutir a relação entre taxas de câmbio e comércio internacional.

Na segunda proposta encaminhada à organização, em setembro do ano passado, as autoridades do Brasil retomaram o tema, sugerindo a reflexão sobre como a OMC pode lidar com os efeitos negativos de desalinhamentos acentuados das taxas de câmbio para os fluxos comerciais internacionais.

As discussões em março devem contar com representantes do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional (FMI), da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad).

Também foram convidados os professores P. Lane, do Instituto Trinity College, de Dublin, na Irlanda; A. Trejos, da Escola de Negócio Incae, da Costa Rica; e Shang-Jin Wei, da Universidade de Columbia, em Nova York.

Por parte do Brasil foram convidados o empresário Josué Gomes da Silva, do grupo Coteminas, que representará o setor privado nacional, além de Eva Jaili, do comando da PB Swiss Tools, Ruogu Li, presidente do EximBank chinês, e Eugenio Simeoni, diretor-geral da Nestlé. Representantes da Índia, da Turquia e do Canadá também foram convidados para os debates.

Fontes[editar]

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