Muçulmanos extremistas na Grã-Bretanha fazem advertência aos EUA

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Agência Brasil

12 de setembro de 2002

Brasília — No dia que os norte-americanos homenageavam as vítimas dos atentados de 11 de setembro, alguns dos principais líderes muçulmanos extremistas da Grã-Bretanha se reuniam em Londres, na noite de ontem (11), para fazer advertências aos Estados Unidos. Na mesquita de Finsbury Park, onde estavam dependuradas faixas afirmando que o "Islã é o futuro para a Grã-Bretanha", três líderes religiosos radicais - xeque Abu Hamza, Omar Bakri Mohammad, e Muhammed al Masseri – declararam, após se reunir por três horas a portas fechadas, que os Estados Unidos tinham que sofrer muito mais para aprender a "obediência". As informações são da CNN.

"Nós não comemoramos essa data, mas toda ação provoca uma reação. Os resultados desses ataques podem ser positivos para os muçulmanos no Oriente", disse um deles, parecendo tentar atenuar declarações mais ríspidas feitas anteriormente.

Antes da reunião, o grupo havia divulgado uma nota afirmando que "o plano do Ocidente era usar os acontecimentos de 11 de setembro para travar uma guerra contra o Islã e os muçulmanos, e roubar o coração do Islã".

Os três religiosos fizeram uma advertência aos Estados Unidos: "Vocês são a nação mais odiada do mundo e os norte-americanos deveriam dar atenção à mensagem de Osama bin Laden. Vocês nunca estarão a salvo".

Fontes[editar]

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