Medalhista olímpica diz que priorizará saúde, e não Jogos de Tóquio

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27 de abril de 2020

Diante a pandemia de COVID-19, a velocista britânica Desirèe Henry pediu aos colegas que priorizem a saúde e afirmou: “não morreria pelo esporte”.

“Durante este período percebi que somos mais do que apenas atletas e artistas que querem entreter as pessoas. Somos humanos que têm famílias e vidas. E assim, do ponto de vista da saúde, você deve colocar sua saúde em primeiro lugar. Quero viver. Quero que todos os outros atletas vivam e sejam saudáveis e, se a pandemia não tiver sido controlada em 2021, honestamente, teria que colocar minha saúde em primeiro lugar. Tenho uma família para voltar. Então, acho que daria um passo atrás. Porque não estou tentando dizer que vou morrer pelo esporte, porque não vou fazer isso. Realmente me preocupo com minha própria saúde e a da minha família e, sinceramente, encorajo outras pessoas a pensarem para além de serem um atleta, e apenas lembrarem que são indivíduos amados pelas pessoas e por suas famílias”, declarou ela.

Henry, de 24 anos, já ganhou medalha de bronze no revezamento 4x100m dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Ao ser questionada sobre o adiamento das Olimpíadas 2020, Henry disse que a mudança irá prejudicar muitos atletas, mas particularmente não está preocupada com seu condicionamento físico. Ela vem usando o campo de golfe em Londres para realizar treinos, já que os locais propícios estão fechados.

Ela disse que a incerteza sobre o futuro dos demais eventos esportivos torna difícil “treinar em direção a um objetivo”, mas afirmou que está ansiosa para competir ainda esse ano.

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