Mais de 55 pessoas morrem em massacres na África

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28 de maio de 2020


Dois massacres perpetrados por militantes do grupo das Forças Democráticas Aliadas (ADF), expulsos de Uganda no final dos anos 90, deixaram cerca de 57 pessoas mortas ontem e hoje no Quênia e na República Democrática do Congo. Ontem (27), o grupo atacou a vila de Makutano, no Quênia, onde matou cerca de 17 pessoas. Já hoje, os militantes mataram ao menos 40 pessoas na vila de Samboko, numa área montanhosa da província de Ituri, na R.D. do Congo.

O grupo, que se diz aliado do ISIS, atacou munido de facões e saqueou alimentos e objetos de valor das vítimas.

Apenas na R.D. do Congo mais de 400 pessoas foram mortas por membros do ADF desde 2019, quando o exército iniciou uma ofensiva para expulsar o grupo da região de Ituri. Estima-se também que 200 mil pessoas tenham fugido, deixando para trás suas casas, com medo da violência crescente na região nos últimos meses.

A violência em Ituri

Diversos grupos armados lutam na região de Ituri, rica em recursos econômicos. Parte da violência envolve também etnias rivais, como os Lendu e os Hema. A ONG The New Humanitarian escreveu semanas atrás que o "Escritório Conjunto de Direitos Humanos da ONU disse que os métodos brutais usados ​​pelas milícias Lendu foram projetados para infligir traumas duradouros aos Hema, forçando-os a fugir e não voltar para casa".

Fontes

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