Saltar para o conteúdo

Lula faz pronunciamento à Nação e "pede serenidade"

Fonte: Wikinotícias

Brasil • 21 de julho de 2007

link=mailto:?subject=Lula%20faz%20pronunciamento%20à%20Nação%20e%20"pede%20serenidade"%20–%20Wikinotícias&body=Lula%20faz%20pronunciamento%20à%20Nação%20e%20"pede%20serenidade":%0Ahttps://pt.wikinews.org/wiki/Lula_faz_pronunciamento_%C3%A0_Na%C3%A7%C3%A3o_e_%22pede_serenidade%22%0A%0ADe%20Wikinotícias Facebook X WhatsApp Telegram LinkedIn Reddit

link=mailto:?subject=Lula%20faz%20pronunciamento%20à%20Nação%20e%20"pede%20serenidade"%20–%20Wikinotícias&body=Lula%20faz%20pronunciamento%20à%20Nação%20e%20"pede%20serenidade":%0Ahttps://pt.wikinews.org/wiki/Lula_faz_pronunciamento_%C3%A0_Na%C3%A7%C3%A3o_e_%22pede_serenidade%22%0A%0ADe%20Wikinotícias Facebook Twitter WhatsApp Telegram

 

Segundo a Agência Brasil, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento à Nação, em rede nacional de rádio e televisão, no último dia 20 de julho, e pediu "serenidade" aos brasileiros com o sistema aéreo do país". O pronunciamento foi feito 3 dias depois do grave acidente da TAM que vitimou todos os passageiros e tripulantes.

O Presidente brasileiro disse que apesar dos investimentos governamentais, o setor aéreo passa por "dificuldades" e o tráfego intenso de aviões no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, "é o maior problema".

Lula disse:

"Peço serenidade a todos os brasileiros. Nosso sistema aéreo, apesar dos investimentos que fizemos na expansão e na modernização de quase todos os aeroportos brasileiros, passa por dificuldades. E seu maior problema hoje é a excessiva concentração de vôos em Congonhas. E é isso que precisamos resolver imediatamente. O nível de segurança do nosso sistema aéreo é compatível com todos os padrões internacionais. Não podemos perder isso de vista".

E acrescentou: "Na apuração dos fatos, estamos trabalhando com rigor e serenidade, sem precipitações. Rigor para conhecer a verdade. Serenidade para não cometer injustiças. Da mesma forma que não podemos ficar impassíveis perante a dor e os riscos à segurança dos brasileiros, não podemos tomar atitudes precipitadas".

Ver também

Fontes