Jornalista Paulo Henrique Amorim morre no Rio aos 76 anos

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10 de julho de 2019

Na madrugada de hoje (10), morreu o jornalista Paulo Henrique Amorim, de 76 anos. Segundo informações da RecordTV, emissora onde trabalhava desde 2003, o jornalista sofreu um infartou após jantar com amigos, no Rio de Janeiro.

"É com muita tristeza que a gente noticia a morte de um dos maiores jornalistas da história desse país. Morreu nessa madrugada Paulo Henrique Amorim. Ele estava no Rio de Janeiro. Paulo Henrique trabalhava aqui na Rede Record desde 2003 e deixa um legado para o jornalismo do país".

Sua carreira relembrada nesta manhã no telejornal SP no Ar, apresentado por André Azeredo. Paulo Henrique foi correspondente internacional em Nova Iorque das revistas Realidade e Veja. Passou por diversas emissoras de televisão, como a extinta Manchete, Rede Globo, Bandeirantes e TV Cultura.

Foi contratado pela Record em 2003 para apresentar a edição noturna do Jornal da Record, tendo ganhado destaque posteriormente no Domingo Espetacular.

No final do mês passado, a emissora reformulou o jornalismo e afastou Paulo Henrique Amorim do comando do programa após 14 anos. Na época, a Record afirmou que ele não seria demitido. Paralelo a televisão, também editava o Conversa Afiada, um site criado em 2008 que aborda a política brasileira. A notícia de sua morte repercutiu no meio profissional e político.

"Os jornalistas brasileiros acordaram hoje com uma triste notícia: a morte por infarto do jornalista Paulo Henrique Amorim. É uma perda para o jornalismo. Além de atuar na Record, ele também atuava no jornalismo independente com seu site Conversa Afiada e estava fazendo um trabalho interessante porque suscitava o debate e a crítica. Vai fazer falta", disse Maria José Braga, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas.

Nas redes sociais, políticos e a classe jornalística também prestaram homenagens. O jornalista e escritor Mário Magalhães escreveu em seu perfil que Paulo Henrique Amorim foi corajoso e transcreveu uma fala sua. "Reverencio sua memória com um vídeo dele, de dezembro de 2017, em defesa da liberdade de expressão". Ele deixa uma filha e esposa também jornalista Geórgia Pinheiro.

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