Grupo islâmico reivindica atentados que mataram 55 pessoas na Síria; Jornalistas turcos são libertados

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Agência Brasil

12 de maio de 2012

Síria — Um enigmático grupo islâmico reivindicou hoje, dois atentados à bomba em Damasco (capital da Síria), que mataram 55 pessoas na semana passada.

O grupo Al Nusra publicou um vídeo na internet em que assume a autoria dos acontecimentos da última quinta-feira, 10 de maio, alegando que as bombas eram uma resposta a ataques feitos pelo governo do presidente Bashar Al Assad a zonas residenciais na Síria.

As autoridades do país haviam atribuído os atentados de quinta-feira a "terroristas apoiados por estrangeiros", no entanto, grupos opositores acusaram o próprio governo de organizar os atentados, considerado o maior desde o começo dos primeiros protestos inspirados na Primavera Árabe, iniciada em dezembro de 2010.

Jornalistas

Dois jornalistas turcos, o repórter Adem Ozkose e o cinegrafista Hamit Coskun, detidos no começo de março, quando trabalhavam na província de Idlib, no norte da Síria, foram libertados hoje, 12 de maio. O acordo para a libertação dos dois reféns foi feito pelo Irã, já que a Turquia fechou sua embaixada em Damasco.

Os jornalistas já chegaram em Teerã e, em entrevista pelo telefone à agência de notícias turca Anatolia, disseram que estão bem de saúde e querem encontrar suas famílias.

Fontes

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