Gripe suína no Brasil continua sob controle, diz Ministério da Saúde

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11 de junho de 2009

Brasília, Distrito Federal Brasil

A ministra interina da Saúde, Márcia Bassit, garantiu hoje (11) que a transmissão do vírus influenza A (H1N1) - gripe suína no Brasil permanece sob controle, “limitada e sem sustentabilidade”. Segundo ela, não será necessário alterar nenhum procedimento de vigilância que o país já adotou desde que a doença chegou ao território brasileiro.

Hoje, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou para 6 o nível de alerta da gripe suína para o estado de pandemia.

De ontem para hoje, o número de casos confirmados de gripe suína no país aumentou de 43 para 52 e 55 suspeitos estão sendo monitorados. Segundo o diretor de vigilância epidemiológica do ministério, Eduardo Hage, a transmissão no país permanece limitada porque os casos registrados ou foram importados ou são de pessoas que tiveram contato direto com pacientes vindos do exterior.

Márcia ressaltou que a mudança do nível 5 para o 6 na escala de alerta não altera a gravidade da doença. “A letalidade da gripe suína no mundo é de 0,5%, considerada baixa pela OMS”, afirmou.

Segundo a ministra, a vigilância em portos, aeroportos e zonas de fronteira permanecerá intensa. Ela ressaltou que o país conta com uma rede de 53 hospitais de referência e 900 leitos de internação preparados para receber casos da doença, além de kits de exames e medicamentos em quantidade suficiente para acolher possíveis demandas.

Hage declarou que a hipótese de a transmissão evoluir para sustentada não pode ser descartada nem pelo Brasil, nem por outros países onde há grande fluxo de pessoas. “Mas os casos importados e os autóctones podem ser detectados rapidamente e tratados”, disse o diretor. De acordo com ele, a mudança de nível não restringe viagens ou circulação de pessoas pelo mundo, mesmo nos países em que há transmissão sustentada.

Ao declarar o estado de pandemia, a OMS admite a constatação de surtos significativos com transmissão sustentada, de humano para humano, em mais de uma das seis regiões monitoradas.

“Não há motivo para medo ou pânico. Trata-se de uma doença com pouca repercussão clínica. Mais de 99% dos casos não evoluem para óbito”, explicou Hage.

Os sintomas da doença são febre a partir de 37,5 °C, acompanhada de tosse, dores no corpo ou de cabeça.

Fonte

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