Governo chinês nomeia novo bispo sem aprovação do Vaticano

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

28 de novembro de 2006

Pequim, China


O Governo Chinês nomeou hoje um novo bispo da única igreja oficialmente reconhecida na China. Trata-se da Igreja Patriótica da China que está constituída como associação patriótica e conta com cerca de 4 milhões de fiéis. A nomeação não foi sujeita à aprovação do Vaticano.

Este é apenas mais um episódio na longa história de desacordo entre os dois Estados. Desde 1949 que a China e o Vaticano estão de relações cortadas. Em 1957 o Vaticano excomungou os bispos desta Igreja, quando esta declarou a sua independência. Também a China não reconhece a autoridade do Papa. Bento XVI está disposto a restabelecer relações diplomáticas com Pequim desde que o governo chinês não interfira com os assuntos da Igreja. Cerca de oito milhões de fiéis católicos continuam a praticar a sua fé fora da igreja oficial do Estado chinês. O cristianismo foi introduzido na China por cerca do século VII. É juntamente com o budismo, o taoísmo, o islamismo e o protestantismo uma das cinco religiões reconhecidas pela constituição chinesa.

Fontes


As categorias deste artigo foram atualizadas em 17 de fevereiro de 2008. Para maiores informações veja o histórico.