Governadores convocam força para-militar após ataques e pilhagem em diversas cidades dos Estados Unidos

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Agência VOA

31 de maio de 2020

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Os governadores de 12 estados americanos convocaram a Guarda Nacional para tentarem manter a ordem após mais uma noite de violências em cidades através dos Estados Unidos.

A Guarda Nacional é uma força para militar que opera sob comando estadual e federal.

Nas últimas cinco noites manifestações contra a violência policial que inicialmente decorreram pacificamente transformaram-se em ataques de multidões contra lojas com atos de pilhagem e fogo posto em diversas cidades.

A violência iniciou-se na cidade de Minneapolis onde um africano-americano, George Floyd, morreu depois de ter sido detido pela polícia. Vídeo nas redes sociais mostra um polícia ajoelhado no pescoço da vítima enquanto este roga ao agente que não pode respirar.

O agente foi entretanto preso e acusado de homicídio.

Desde então a violência alastrou-se a outros estados e para além do governador do estado de Minnesota (onde está a cidade de Minneapolis) os governadores da Georgia, Kentucky, Ohio, Wisconsin, Colorado, Utah, Washington, Califórnia, Tennesse, Missouri e Texas convocaram também a Guarda Nacional para tentar controlar a situação.

O governador da Califórnia Gavin Newsome declarou o estado de emergência em Los Angeles onde manifestantes incendiaram várias propriedades.

O recolher obrigatorio fo imposto em Los Angeles, Seattle, Atlanta, Denver, Filadélfia, Portland e Columbia.

Em Indianópolis registaram-se vários tiroteios no centro da cidade numa segunda noite de protestos. Uma pessoa morreu e duas outras ficaram feridas.

Em Chicago a presidente da câmara Lon Lightfoot acusou os manifestantes de “conduta criminal” e impôs um recolher obrigatório das 9 da noite às 6 da manhã.

Manifestações em Washington perto da Casa Branca acabaram em violência com os manifestantes a lançarem foguetes e garrafas contra as unidades policiais que protegem a residência do presidente e lojas nas redondezas foram pilhadas e incendiadas.

A Guarda Nacional foi ativada para proteger a Casa Branca.

O presidente Donald Trump descreveu a morte de George Floyd em Minneapolis como uma “tragédia grave” e disse estar ao lado “de todos os americanos que procuram a justiça e paz”, acrescentando estar ao mesmo tempo “em firme oposição aqueles que exploram esta tragédia para pilharem, roubarem atacarem e ameaçarem”.

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