França, Alemanha e Itália retomam vacina da AstraZeneca

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20 de março de 2021

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França, Alemanha e Itália retomaram o uso na sexta-feira de uma vacina contra o coronavírus produzida pela AstraZeneca depois que as autoridades de saúde procuraram dissipar as preocupações de que ela possa causar coágulos sanguíneos.

As nações europeias retomaram as vacinas depois que a Agência Europeia de Medicamentos (EMA), uma agência que regulamenta os medicamentos, disse que a vacina da AstraZeneca-Universdade de Oxford era "segura e eficaz" e que a Organização Mundial da Saúde (OMS), órgão responsável da ONU para a saúde pública, disse que "os dados disponíveis não sugerem qualquer aumento geral nas condições de coagulação" entre aqueles que foram vacinados.

No entanto, o Ministro da Saúde da França, Olivier Veran, disse que o órgão consultivo de saúde do país está recomendando a vacinação AstraZeneca apenas para pessoas com 55 anos ou mais.

As autoridades francesas citaram uma avaliação da EMA de que não poderia descartar uma possível ligação entre a vacina AstraZeneca e um pequeno número de coágulos sanguíneos, especialmente em mulheres mais jovens. A EMA disse que, em geral, os benefícios da vacina superam os riscos de efeitos colaterais.

Num esforço para aumentar a confiança do público na vacina, o primeiro-ministro francês, Jean Castex, recebeu uma injeção da AstraZeneca na sexta-feira, dizendo que demonstra "total confiança".

O primeiro-ministro italiano Mario Draghi disse na sexta-feira que também tomaria a vacina quando chegasse a vez da sua faixa etária.

Várias regiões francesas, incluindo Paris, iniciaram um novo bloqueio na sexta-feira num esforço para conter novos casos de coronavírus.

A Itália, França e Alemanha estão a lutar contra um aumento de casos.

Fontes

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