Exposição retrata legado e o impacto do suicídio de Getúlio Vargas

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24 de setembro de 2014

Brasil

Exatamente um mês após a data que marcou os 60 anos do suicídio de Getúlio Vargas, o Museu da República, no Rio de Janeiro, inaugurou hoje (24) a exposição Saio da Vida para Entrar na Memória. Montada com acervo do próprio museu, a mostra reúne imagens, fotos, documentos, reproduções de primeiras páginas dos jornais da época, além de réplicas do pijama que Getúlio vestia na noite do suicídio e do revólver com o qual atirou no próprio peito.

O Palácio do Catete, que abriga o Museu da República desde a transferência da capital para Brasília, foi palco privilegiado da trajetória de Vargas. Durante 19 anos, de lá ele governou o país de diferentes formas. Foi chefe do governo provisório, resultado da Revolução de 1930; presidente eleito de forma indireta em 1934; ditador após a decretação do Estado Novo, de 1937 a 1945; e, finalmente, presidente democraticamente eleito, a partir de 1950.

Presidente Getúlio Vargas

Com curadoria do museólogo Mario Chagas, a exposição registra o legado do personagem que até hoje desperta paixões e ódios e está presente em monumentos, nomes de logradouros, de escolas e instituições nacionais. O título da mostra foi inspirado na frase com que Getúlio encerrou sua carta-testamento, “Saio da vida para entrar na história”.

Os salões do palácio onde se desenrolou a crise do governo democrático de Vargas, assim como o quarto onde o ex-presidente morreu, permanecem como atração para visitantes do museu. Nos anos 90, marcou época a encenação, nesse circuito expositivo, da peça O tiro que mudou a história , de Carlos Eduardo Novaes e Aderbal Freire-Filho. A exposição Saio da Vida para Entrar na Memória será encerrada em fevereiro de 2015. Com entrada gratuita, ela pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h às 17h. O Museu da República fica na Rua do Catete, 153, no bairro do Catete, zona sul do Rio.

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