Covid-19: vacinas da Pfizer e da AstraZeneca são altamente eficazes contra a variante Delta

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21 de junho de 2021

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Uma nova análise feita pelo PHE (Public Health England) demostrou que duas doses das vacinas contra covid-19 em uso no Reino Unido são altamente eficazes contra casos graves da doença causados pela variante Delta (B.1.617.2).

O estudo, publicado em versão pré-print no dia 14 de junho passado, sugeriu que:

  • a vacina da Pfizer-BioNTech é 96% eficaz contra hospitalizações após 2 doses;
  • a vacina Oxford-AstraZeneca é 92% eficaz contra hospitalizações após 2 doses.

O resultado é semelhante à eficácia dos dois imunizantes contra a variante Alfa.

A análise incluiu 14.019 pacientes que foram diagnosticados com a cepa Delta que procuraram os serviços de emergência entre 12 de abril e 4 de junho - 166 dos quais foram hospitalizados - e também demonstrou que mesmo após a primeira dose, as vacinas já garantem proteção: a da Pfizer mostrou 94% de efetividade após a primeira dose e a da AstraZeneca, 71% de efetividade.

O Secretário de Saúde e Assistência Social, Matt Hancock disse: "esta evidência da eficácia de 2 doses contra as variantes mostra o quão crucial é fazer a segunda dose. Se você tomou sua primeira dose, mas não a segunda, faça-o. Isso ajudará a salvar vidas e nos impulsionará de volta à recuperação".

As variantes

Há algumas semanas, a OMS (Organização Mundial da Saúde) renomeou as variantes do Sars-Cov-2, passando a utilizar o alfabeto grego para evitar a citação dos países onde elas foram identificadas pela primeira vez.

  • Variante Alfa: a antiga B.1.1.7, identificada no Reino Unido (antes chamada variante britânica);
  • Variante Beta: a antiga B.1.351, identificada na África do Sul ((antes chamada variante sul-africana);
  • Variante Gama: a antiga P.1, identificada no Brasil ((antes chamada variante de Manaus, do Amazonas ou brasileira);
  • Variante Delta: a antiga B.1.617.2, identificada na Índia (antes chamada variante indiana).

Também há a variante andina, comum na região dos Andes, que já está circulando em vários países da América do Sul e já provocou uma morte no Rio Grande do Sul. Ela, oficialmente, ainda não foi nomeada, mas possivelmente, seguindo a ordem do alfabeto grego, será chamada de Épsilon.

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