Chanceler brasileiro defende acordos com a Venezuela

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1 de maio de 2009

Brasília


O Itamaraty possui intenções de concluir negociações entre os governos brasileiro e venezuelano nos dias 19 e 20 de maio, no Distrito Federal. Essa negociação vem sendo discutida há dois anos e o interesse de adiantá-las foi expresso pelo ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim durante um debate acalorado de 4 horas, onde duras críticas foram feitas pela oposição de Hugo Chávez, presidente venezuelano.

A oposição venezuelana questiona alguns pontos como: benefícios comerciais da Venezuela, a possibilidade de veto de Hugo Chávez em acordos do Mercosul com outros países e afirmaram ser incompatível o governo chavista com a Cláusura Democrática. O senador Tasso Jereissati, do PSDB do estado do Ceará, disse que a personalidade de Chávez é um obstáculo ao processo de adesão e o comparou ao ditador nazista Adolph Hitler.

Jereissati afirmou à imprensa que não tem a intenção de sugerir a rejeição da adesão venezuelana ao Mercado Comum do Cone Sul pela Comissão de Relações Exteriores no relatório que apresentará em duas semanas. Isso tende a invalidar acusações da oposição, como a do senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), que afirmou que a Venezuela não é um interlocutor confiável e à advertência do senador Fernando Collor, que disse que chávez está caminhando rumo ao autoritarismo.

Fontes