Brasil se destaca na prevenção de acidentes, diz ONU

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8 de outubro de 2014

ONU

O Brasil é o país com o maior número de cidades resilentes no mundo, com 282 municípios cadastrados no programa, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). A campanha Construindo cidades resilientes pretende preparar regiões de todo o planeta para prevenir impactos causados por desastres.

O termo “resiliente”, que vem da física, é usado para definir a capacidade de alguns materiais se recuperarem após sofrer algum tipo de deformação. Para a ONU, cidades resilientes são as que mantêm, em parceria com a entidade, programas para que os municípios possam resistir, absorver e se recuperar de desastres.

O coordenador da campanha no Brasil, Sidnei Furtado, disse que os prefeitos das cidades participantes assinam compromisso com a ONU para realizar ações com o objetivo de reduzir os impactos causados por desastres. “As prefeituras passam a cumprir o que chamamos de passos para cidades resilientes, como mapear os locais de risco e restringir a construção nesses lugares”, explicou.

De acordo com Furtado, o principal benefício do projeto é criar uma cultura de prevenção. “Nosso objetivo é, justamente, reunir cidades com histórico de ocorrênciaa, como o Rio de Janeiro, e começar a mudar o paradigma de que o Brasil não previne desastres.”

O representante da ONU disse que Belo Horizonte é uma das cidades brasileiras usadas pela entidade como referência em ações de prevenção. Segundo o coordenador da Defesa Civil no município, coronel Alexandre Alves, a capital mineira segue as diretrizes estabelecidas pelas Nações Unidas, o que é importante para a redução do impactos causados por desastres.

“A prevenção é fundamental porque evita vitimas, prejuízos econômicos e sociais. Isso permitiu que pudéssemos responder rapidamente à demanda da população no desastre do viaduto, por exemplo”, disse o coronel, referindo-se ao Viaduto Batalha dos Guararapes, que desabou em junho, durante a Copa do Mundo, em Belo Horizonte.

Na ocasião, duas pessoas morreram e 23 ficaram feridas. O viaduto estava sendo construído na Avenida D. Pedro I, uma das principais vias da capital mineira.

Fontes[editar]

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