Alemanha faz acordo para pagar pensão a mais 16 mil vítimas do Holocausto

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Agência Brasil

Campo de concentração de Buchenwald. 5 dias após a libertação em 16 de Abril de 1945. No segundo andar do beliche, o sétimo a contar da esquerda é Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz de 1986.

6 de dezembro de 2011

Brasília — O governo da Alemanha vai pagar pensão a mais 16 mil vítimas do Holocausto em todo o mundo. Com o acordo, anunciado ontem (5), o país passa a indenizar 66 mil sobreviventes dos campos de concentração nazistas e guetos, incluindo pessoas que tiveram de viver escondidas.

O acordo teve o apoio da Claims Conference, organização sediada em Nova York. "Não é uma questão de dinheiro. É o reconhecimento da Alemanha do sofrimento causado a essas pessoas", disse Greg Schneider, vice-presidente executivo da instituição.

O pagamento a essas vítimas só foi possível porque o governo alemão revisou as regras para pensões aos sobreviventes do Holocausto.

Mapa do Holocausto na Europa, entre 1939 e 1945, mostrando todos os campos extermínio, a maioria dos campos de concentração e as principais rotas de deportação (em espanhol).

Segundo as novas regras, que entram em vigor em 1º de janeiro, qualquer judeu que tenha passado 12 meses em algum gueto, escondido ou com falsa identidade, poderá receber uma pensão de 300 euros mensais. Para os residentes nos países do antigo bloco soviético, o valor mensal chega a 260 euros. Dos novos beneficiários das pensões do governo alemão, 5 mil vivem nos Estados Unidos.

O Holocausto foi o extermínio de judeus em campos de concentração durante o regime nazista de Adolf Hitler, que governou a Alemanha entre 1934 e 1945.

Fontes

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