Aeroportos terão estruturas temporárias para ampliar capacidade de passageiros

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Agência Brasil

12 de março de 2010

Brasil

Vários aeroportos brasileiros passarão a operar com estruturas temporárias de embarque e desembarque, até a Copa do Mundo de futebol de 2014, que acontecerá no Brasil. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), as estruturas vão funcionar de forma conjunta com os terminais já existentes e o objetivo é ampliar a capacidade de atendimento a passageiros.

Segundo a Infraero, cada estrutura, chamada de “módulo operacional”, tem em média 1.200 metros quadrados, com todas as conveniências de uma estrutura predial permanente, como assentos, isolamento acústico, circuito de som, climatização e até lojas de conveniência.

O aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, deverá ganhar três módulos a partir de janeiro de 2011, com capacidade anual para três milhões de passageiros. A estrutura será gradualmente substituída por um novo terminal permanente de passageiros que será construído, com capacidade para 4 milhões de usuários por ano.

“O módulo operacional á uma estrutura quase pré-moldada, com um projeto pronto e um custo baixo. Você faz a licitação por leilão, porque é um projeto padrão da Infraero. Tendo a área adequada para o módulo, você o instala muito mais rapidamente. E é uma instalação que posso transferir para outros aeroportos. Agora mesmo, na África do Sul, isso está sendo usado”, disse o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza.

O módulo temporário já foi instalado no aeroporto de Florianópolis. Os aeroportos de Vitória, Goiânia e Brasília deverão ganhar a estrutura nos próximos 180 dias, já que a ordem de serviço para início das obras foi assinada na última quarta-feira (10).

Barboza informou ainda que a Infraero está prevendo investimentos totais de R$ 8 bilhões em aeroportos brasileiros até a Copa de 2014, em medidas como a ampliação de terminais de passageiros e melhorias de pistas de pouso.

Em evento no Rio de Janeiro, o presidente da Infraero também comentou que a empresa tem projeto de descentralizar a malha aérea brasileira, desafogando os aeroportos de São Paulo com o redirecionamento de voos para Viracopos ou para o Rio de Janeiro, por exemplo.

Fontes

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