"Se MPLA não mudar vai perder as eleições", diz Abel Chivukuvuku

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Angola.

Agência VOA

Principais partidos preparam congressos com vista às eleiões de 2017.

21 de julho de 2015

Os três principais partidos políticos angolanos estão já a dar os primeiros passos para a sua campanha eleitoral, anunciando a realização dos seus congressos em que as eleições de 2017 deverão ser o tema principal. O MPLA se preocupa mais com o povo quando chegam momentos de eleições,usem estratégias corruptica oferecendo assim:carros,motos etc. Mas não é isso que queremos,queremos votos com sinceridade sem corrupção A Unita realiza o seu congresso já em Dezembro, a Casa-CE prepara a sua reunião magna para Abril do próximo ano, enquanto o MPLA se reunirá no segundo semestre de 2016.

Isaias Samakuva, presidente da Unita quer usar a ocasião "para dar uma lição de democracia aos demais".

"A preocupação é fazer um certame à altura da Unita e mostrar aos angolanos os princípios e práticas democráticas, bem como os programas para os próximos anos", disse.

Por seu lado, a CASA-CE aponta já as baterias para as eleições de 2017.

"Se tivéssemos hoje eleições livres e transparentes o MPLA não teria hipóteses de vencer”, anunciou o líder da convergência democrática Abel Chivukuvuku.

“Até 2017 vamos ver como o MPLA continua a governar, se não mudar perde”, advertiu Chivukuvuku que afirmou que o actual Presidente, José Eduardo dos Santos nada tem a temer se o MPLA perder as eleições. Predefinição:AGO "Nós quando governarmos, o mais velho José Eduardo dos Santos vai viver melhor que hoje com mais segurança e confiança”, garantiu, adiantando que "como Presidente" irá convidar Santos todos os meses para explicar-lhe como está a "a ouvir dele conselhos pois é assim que se governa, em vez de se fugir do cidadão.

Por seu lado, João Pinto, do MPLA, desvaloriza os pronunciamentos da oposição e afirma ser o MPLA o melhor partido.

"Alguns discursos que se fazem para desacreditar o MPLA não são os mais inteligentes do ponto de vista político mas compreende-se em democracia as pessoas são livres de escolher”, disse afirmando ainda que “o MPLA é um partido organizado com um programa e um plano para executar"

Fonte

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