Políticos discordam sobre desfalque nos cofres da Angola

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17 de outubro de 2020

Os números dos prejuízos causados ao estado angolano anunciados pelo presidente João Lourenço não reúnem consenso.

Estudos da Universidade Católica de Angola estimam em cerca de 80 mil milhões de dólares o valor que foi retirado ao investimento que deveria ter sido feito em Angola entre 2002 e 2014.

O líder da UNITA, maior partido na oposição, congratulou-se esta semana, com a divulgação dos valores desviados do erário público, mas defendeu que estes estão “muito aquém dos números reais”.

Adalberto Costa Júnior lembrou em conferência de imprensa, que só a reserva estratégica de petróleo acumulada de 2011 a 2014 chegou a reter valores na ordem dos 93 mil milhões de dólares.

Estes números contrariam aqueles que foram apresentados pelo presidente, durante a primeira parte da entrevista que concedeu ao jornal Wall Street Journal, na qual, João Lourenço, estimou em aproximadamente 24 mil milhões de dólares os prejuízos causados ao Estado.

Para alguns especialistas em Luanda, os dados apresentados pelo Presidente João Lourenço, estão muito longe de traduzir de facto a realidade do desfalque que o pais sofreu, durante a gestão danosa do regime de José Eduardo dos Santos.

Apontam também alguns dados na posse do Fundo Monetário Internacional, que antes do mandato de João Lourenço já revelavam números elevados de milhões de dólares que saíram de Angola.

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