Proposta de zoneamento da cana-de-açúcar reduzirá resistência ao etanol brasileiro no exterior, avalia Minc
Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.
20 de setembro de 2009
Brasil —
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, avalia que o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar, lançado pelo governo federal, vai reduzir a resistência à entrada do etanol brasileiro no mercado externo e dar maior competitividade ao produto. A proposta proíbe a construção de novas usinas e a expansão do plantio em qualquer área da Amazônia, do Pantanal, da Bacia do Alto Paraguai ou em vegetação nativa de outros biomas.
Na avaliação do ministro, essa é a oportunidade para que o país tenha um combustível verde e que não provoca o aquecimento global:
Para Minc, a decisão do governo evitará barreiras comerciais e bloqueios ao nosso produto, facilitando a transformação do mesmo em uma commodity (produtos básicos como soja e minério de ferro que têm cotação internacional). O ministro do Meio Ambiente disse, em entrevista à Agência Brasil, que o próximo passo agora será promover a transferência tecnológica do álcool brasileiro entre os países do Hemisfério Sul.
| Queremos fazer a transferência de tecnologia Sul/Sul, do Brasil para a África e para a Ásia. Normalmente se pensa na transferência de tecnologia dos países ricos para os pobres. Neste caso, é interessante porque é um programa com tecnologia brasileiro, cria empregos aqui e lá fora e diminui o aquecimento global - uma vez que, por causa do ciclo, o álcool emite percentual zero de carbono. | Minc
|
Outro objetivo da decisão governamental, segundo Minc, é fazer com que as regras possam no futuro valer retroativamente:
Fontes
- Nielmar de Oliveira Proposta de zoneamento da cana-de-açúcar reduzirá resistência ao etanol brasileiro no exterior, avalia Minc Agência Brasil 20 de setembro de 2009
| Esta notícia é uma transcrição parcial ou total da Agência Brasil. Este texto tem licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil. |
| Compartilhe em |