General dos EUA exige direito de não se auto-incriminar em caso de Abu Ghraib

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13 de janeiro de 2006

O General Geoffrey D. Miller, comandante de alta patente dos EUA que supervisionou a detenção e o interrogatório dos detentos em Guantánamo, Cuba, e no cárcere de Abu Ghraib no Iraque declinou testemunhar numa corte marcial, invocando o direito a não auto incriminar-se, segundo artigo do jornal The Washington Post.

O General Miller recusou ser testemunha no julgamento de dois treinadores de cachorros, acusados de terem praticado abuso contra prisioneiros. Um dos advogados de defesa investiga se Miller foi responsável pela ordem de usar cachorros para atemorizar prisioneiros em Abu Ghraib com o fim de interrogá-los.

O advogado do General Miller disse que a decisão de recusar-se a testemunhar foi tomada porque Miller já testemunhou várias vezes nos últimos anos, e que ele mantém suas declarações prévias feitas para o Congresso, Investigadores do Exército e advogados.

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