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Venezuela: após captura de Maduro, quem assumirá a presidência do país?

De Wikinotícias

3 de janeiro de 2026

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Nessa madrugada, os Estados Unidos (EU) lançaram um ataque aéreo armado contra a Venezuela e soldados das forças especiais capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa em Caracas, que fica a 15 km da costa caribenha. O anúncio foi feito pelo próprio presidente estadunidense atual, Donald Trump, que comunicou que haverá uma coletiva de imprensa às 11 horas de hoje (no horário da Flórida).

Com a apreensão de Maduro, quem assume a presidência, ao menos temporariamente, é sua vice, Delcy Rodríguez, mas é improvável que ela fique no poder por muito tempo, sendo esperado que ela negocie um mandato temporário para que novas eleições ocorram em alguns meses.

Presidenciáveis

Além de um mandato de Delcy, seguindo a lei da Venezuela, outras possibilidades incluem:

Maria Corina Machado

Maria Corina

Os EU conseguiram, há três semanas, evacuar secretamente Maria Corina Machado para a Suécia, onde ela havia sido nomeada a vencedora do Prêmio Nobel da Paz. Opositora e Maduro, ela foi impedida de concorrer em 2024 por ter sido acusada de corrupção - os relatórios eleitorais nunca foram divulgados e organismos como a OEA nunca reconheceram a vitória de Maduro - e estava escondida num local altamente secreto para não ser presa pelo governo Maduro após se envolver publicamente em protestos contra o criticado resultado das eleições.

Ela dedicou seu Nobel a Trump, mas não está certo se ela voltará - ou quando o fará - para a Venezuela para assumir um mandato presidencial.

Edmundo Gonzáles Urrutia

Urrutia

Urrutia assumiu o lugar de Maria Corina em 2023 como candidato da oposição, após ela ter sido impedida de concorrer.

Pesquisas realizadas antes da eleição indicavam que González venceria com ampla margem, mas surpreendentemente depois do pleito, relatórios o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), controlado pelo governo, apontou a vitória de Maduro.

Dias depois ele se autoproclamou simbolicamente o presidente venezuelano, mas foi condenado à prisão por "divulgar informações falsas sobre as eleições" e acabou fugindo para a Espanha, onde vive asilado.

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Referências

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